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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vídeo do assassino das crianças do Rio de Janeiro




Veja o vídeo divulgado pela Rede Globo do assassino das crianças do Rio de Janeiro.



No vídeo o assassino Wellington Menezes de Oliveira mostra seu lado mais perverso e como premeditou o assassinato das 12 crianças que ocorreu no dia 07 de abril de 2011.

W. Navarro

Roubo de cabos de energia para trens no Rio de Janeiro




Na manhã desta quinta-feira, diversos trens do Rio de Janeiro ficaram parados devido ao roubo de mais de 60 metros de cabos de energia.
O Roubo ocorreu em Parada de Lucas, e interrompeu o tráfego do ramal e de 16 estações dos trens cariocas entre Vila Inhomirim e Penha.
Com a interrupção no transporte, as estações ficaram super lotadas e alguns passageiros tiveram que pegar ônibus para chegar a seus destinos. Em Gramacho, a polícia chegou a ser chamada para evitar tumultos, mas nada de grave aconteceu.
As primeiras informações prestadas pela SuperVia eram de que um trem tinha apresentados problemas, mas depois foi constatado que o roubo dos cabos é que provocou a parada do trem.
Nos demais ramais não houve problema e o tráfego de trens é normal.


W. Navarro

terça-feira, 12 de abril de 2011

Governo quer referendo para proibir a comercialização de armas e munições




Após o ataque à escola Tasso da Silveira no Rio de Janeiro que matou 12 crianças, o Senador José Sarney quer impedir a venda de armas no Brasil, e para tanto, propõe um novo referendo popular que deverá acontecer no início de Outubro de 2011.
Entretanto, o Senador José Sarney não menciona o fato de as armas utilizadas por Wellington Menezes de Oliveira serem de origem ilícita e que mesmo se houvesse proibição nacional para a comercialização de armas e munições, muito provavelmente, o atirador Wellington Menezes de Oliveira teria adquirido as armas da mesma forma.
O que o governo quer é desarmar a população com a desculpa de que a criminalidade irá diminuir, entretanto, não adianta desarmar a população, pois a redução da criminalidade somente será possível quando houver uma política séria para desarmar os marginais, traficantes e assassinos.
Enquanto não for colocada em prática uma política séria para desarmar os criminosos, retirar as armas da população somente irá facilitar o trabalho de quem tem arma ilegal e quer utilizar ela para atos ilícitos, como assaltos, roubos e homicídios.
W. Navarro

Mãe impede estudante de matar colega em escola no Rio de Janeiro




Na zona norte do Rio de Janeiro o telefonema de uma mãe impediu que o filho matasse outro estudante em sala de Aula da Escola Estadual Monsenhor Rocha, na Vila Cruzeiro, na Penha.
Segundo a mãe, o rapaz tem 24 anos, sofre de problemas psiquiátricos e saiu de casa com uma faca na mochila.
A mãe ligou para a escola e falou para impedirem a entrada do filho dela, a Diretoria da escola avisou a polícia que prendeu o rapaz quando este tentava adentrar na instituição de ensino.
Segundo os policiais, o rapaz estava com a faca e disse que iria matar um colega de turma que sempre o humilhava.
A mãe do rapaz foi orientada a buscar ajuda psiquiátrica para o filho
O incidente ocorreu na noite da última segunda-feira, 11 de abril de 2011, poucos dias após o ataque de outro rapaz que culminou com a morte de 12 crianças, na escola Tasso da Silveira, também no Rio de Janeiro.

W. Navarro

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Estudantes não querem voltar a estudar na escola Tasso da Silveira




Passada a tragédia das crianças mortas no Rio de Janeiro, agora a prefeitura da cidade vive mais um dilema, pois os estudantes que sobreviveram à chacina não querem voltar à escola Tasso da Silveira.

Entre os motivos apontados para a recusa da volta às aulas na mesma escola está a sensação de insegurança, pois o assassino Wellington Menezes de Oliveira conseguiu entrar sem maiores problemas na escola e matou 12 crianças, e isso, por si só já tira todo o caráter de proteção que os estudantes poderiam ter dentro da escola.

Também é bastante recorrente o motivo de as crianças não quererem retornar ao local em que viram os colegas serem mortos brutalmente pelo assassino e a falta que sentirão dos colegas mortos.

É plenamente plausível a posição dos estudantes em não querer voltar às aulas no mesmo lugar, pois ao chegarem às salas de aula, sentirão de imediato a falta dos colegas mortos, verão os lugares vazios e também verão, com certeza, as cenas de um atirador louco matando os amigos de tantos anos.

Também será muito complicada a situação das professoras que presenciaram as execuções de seus alunos, pois todos sabem que os alunos são muito importantes para os professores, e alguns deles chegam a acolher seus pupilos como sendo quase da família.

Os professores conhecem os estudantes muito profundamente, em alguns casos, conhecem até mesmo as famílias das crianças, sabem dos problemas e da virtudes de cada um, por isso tudo, será muito difícil fazer com que uma professora que viu seus alunos serem brutalmente assassinados volte a dar aula em pouco tempo.

Provavelmente o governo do Rio de Janeiro vai ter que remanejar as crianças e os professores diretamente envolvidos na tragédia da escola Tasso da Silveira para outras escolas da região. Somente desta forma é que estas crianças e professores conseguirão dar sequencia à sua vida acadêmica e profissional respectivamente.

Ainda, é claro, será de suma importância o acompanhamento psicológico de todas as pessoa atingidas direta ou indiretamente pelos assassinatos das 12 crianças na escola Tasso da Silveira no Rio de Janeiro para que consigam retornar às suas vidas normais no menor tempo possível.
W. Navarro

domingo, 10 de abril de 2011

Fotos da escola em que morreram 12 crianças no Rio de Janeiro




Veja abaixo fotos da escola Tasso da Silveira, em que Wellington Menezes de Oliveira assassinou friamente 12 crianças no dia 07 de abril de 2011.

Sala de aula em que o atirador matou diversas crianças.










Fachada da escola com faixa em homenagens às 12 crianças mortas pelo atirador na quinta-feira;












Mais cartazes e faixa de homenagem às crianças brutalmente assassinadas;











Frente da escola com policiais e multidão no dia dos ataques;














Frente da escola com multidão no dia dos ataques às crianças;











Flores deixadas em frente à escola Tasso da Silveira no dia seguinte aos ataques contra estudantes;








Polícia retirando corpo de criança morta na escola do Rio de Janeiro;









Garota desmaiada sendo carregada no dia dos ataques à escola do Rio de Janeiro;









Cruzes em homenagem às crianças mortas na escola Tasso da Silveira;












Mais uma fotografia da escola Tasso da Silveira no dia dos ataques contra estudantes;









Enterro de criança assassinada nos ataques da escola Tasso da Silveira;










Fotografia de menina assassinada na escola Tasso da Silveira.










Infelizmente esta galeria é existe e é a marca da tristeza e de toda a maldade que pode acometer um ser humano.
W. Navarro

Casa de Wellington Menezes de Oliveira, o atirador que matou crianças na escola é apedrejada




A casa da irmã do atirador Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 crianças na escola do Rio de Janeiro foi novamente alvo de ataques na madrugada deste domingo.
A exemplo do que aconteceu na última noite, pessoas furiosas atacaram a residência onde morou o assassino Wellington Menezes de Oliveira, mas na última noite, somente os muros foram pixados.
Já na madrugada deste domingo diversas pessoas apedrejaram a casa em que mora a irmã do assassino Wellington Menezes de Oliveira, e tentaram invadir a casa também.
A polícia foi chamada e no momento 02 policiais do 14º BPM de Bangu estão no local para proteger a casa da irmã do assassino das crianças na escola do Rio de Janeiro.
Não adianta invadir a casa de familiares do assassino das crianças, pois eles não são culpados pela conduta doente de Wellington e não podem ser punidos por isso.
A dor das famílias das vítimas é enorme, mas destruir outras famílias não vai resolver o problema.


W. Navarro

Fotos e nomes das crianças mortas na escola do Rio de Janeiro




Veja listagem com os nomes das vítimas do assassino das crianças do Rio de Janeiro e as fotografias respectivas ao lado:


Luiza Paula da Silveira, 14 anos, cursava a 8ª série no Colégio Tasso da Silveira, a estudante fazia também aula de inglês, adorava tirar fotografias e sonhava em ser modelo fotográfica;










Karine Chagas de Oliveira, 14 anos, também cursava a 8ª série.
Karine tinha iniciado a prática de atletismo, e iria participar de uma prova no Estádio Célio de Barros na próxima semana.
Estava muito empolgada com o Atletismo e com os estudos;







Larissa dos Santos Atanázio, 13 anos.
Era muito brincalhona, inteligente e simpática, na foto ao lado estava pousando de modelo.
Larissa estudava na escola Tasso da Silveira há 02 anos;










Rafael Pereira da Silva, 14 anos, era aluno da 9ª série da escola.
Rafael estava tirando CPF para trabalhar como menor aprendiz numa rede de supermercados, ele queria ganhar o próprio dinheiro.
Rafael gostava de Rock, era fã da banda Linkin Park;








Samira Pires Ribeiro, 13 anos, era estudante da 8ª série.
Entrou para a escola Tasso da Silveira neste ano e gostava muito de estudar;











Mariana Rocha de Souza, 12 anos, era muito estudiosa no Colégio, gostava de jogar handebol e queimada.;
Era fã do Restar e do Luan Santana;














Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos.

Foi a última criança a ser reconhecida, a família estava procurando por ela desesperadamente pelos hospitais do Rio de Janeiro;









Bianca Rocha Tavares, 13 anos.

Gostava muito de crianças e sonhava ser pediatra;











Géssica Guedes Pereira, 15 anos.

Jogava vôlei, gostava de estudar e de dançar funk;











Laryssa Silva Martins, 13 anos.

Ela queria trabalhar para ajudar o pai que é aposentado.

Sonhava em ser marinheira;









Milena dos Santos Nascimento, 14 anos.

Sonhava fazer faculdade e se tornar modelo;











Igor Moraes da Silva, 13 anos.

Sonhava ser jogador de futebol, e em março foi vice campeão de um campeonato de futebol do condomínio em que morava.
Era flamenguista.








Infelizmente estas são a face da tragédia da escola Tasso da Silveira no Rio de Janeiro.

Que todas estas crianças descansem em paz e que as famílias consigam se recuperar desta perda inestimável.

W. Navarro

U2 homenageia vítimas da escola do Rio de Janeiro




O Show do U2 em São Paulo foi fantástico como já se esperava que fosse.
A banda U2 levou o público ao espaço com sua nave-palco com garras que pousou no estádio do Morumbi na noite deste 09 de abril de 2011.
O palco 360º cumpriu bem o seu papel de mostrar a banda U2 e principalmente o vocalista Bono para todos os cerca de 90.000 presentes ao estádio e erguer a platéia desde o primeiro até o último momento do grandioso Show.
Tudo era festa e alegria, até o momento em que Bono emocionou todos os presentes, foi na última música “Moment of surrender”,  quando o vocalista do U2 pediu para que todos os presentes levantassem o celular e acendessem os isqueiros, o que transformou o estádio numa gigantesca procissão pelas crianças mortas na escola do Rio de Janeiro. O telão do palco 360º mostrou o nome das 12 crianças mortas, e levou inúmeras pessoas às lágrimas, fazendo com que o clima de consternação tomasse conta de todos os presentes ao Show do U2.
Pouco depois, Bono cumpriu o ritual do U2 de chamar uma moça ao palco e deu um bilhete para ela ler, nele estava escrito a letra de Carinhoso, de Braguinha/Pixinguinha. A moça, em meio a muita tremedeira conseguia recitar os versos "Meu coração, não sei porque, bate feliz quando te vê"..
Confira o Setlist do U2


Even Better than the Real Thing

I Will Follow
Get On Your Boots
Magnificent
Mysterious Ways
Elevation
Until the End of the World
I Still Haven't Found What I'm Looking For
Stuck in a Moment
Beautiful Day
In a Little While 
Miss Sarajevo
City Of Blinding Lights
Vertigo
I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight
Sunday, Bloody Sunday
Walk On
One

- Intodução de Help, dos Beatles

Where the Streets Have no Name
Hold Me Thrill Me Kiss Me Kill Me
With or Without You
Moment of Surrender


O próxiimos Shows do U2 no Morumbi acontecem hoje e terça-feira, dias 10 e 13/04/2011.

W. Navarro

sábado, 9 de abril de 2011

Fotos das crianças mortas na escola do Rio de Janeiro

















Acima estão as fotografias das 12 crianças mortas nos atentados do Rio de Janeiro.
Relembre o caso:
Pouco depois das 8h da manhã do dia 07 de abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, ex-aluno, entrou no colégio Tasso da Silveira, dizendo que iria dar uma palestra, entretanto, o mesmo subiu até o terceiro andar, entrou numa sala de aula e começou a executar os alunos.
Wellington tinha preferência por matar as meninas, como se pode ver nas fotografias acima, e para isso, utilizou-se de 2 revólveres, um calibre 38 e um calibre 32, além de farta munição.
Segundo a polícia do Rio de Janeiro, Wellington Menezes de Oliveira disparou mais de 60 tiros, preferencialmente na cabeça e no peito das crianças.
Quando chegou a polícia, Wellington tentou fugir, mas levou um tiro na perna, sem ter alternativa, tirou a sua própria vida com um tiro na cabeça..
Saldo da tragédia na escola Tasso da Silveira no Rio de Janeiro: 12 crianças mortas e mais de uma dezena de feridas.
Veja aqui a listagem com os nomes e as fotos das crianças mortas no Rio de Janeiro.
Além do assassino que se suicidou e o corpo ainda está no Instituto Médico Legal aguardando reconhecimento dos familiares, e se não houver reconhecimento, o corpo será enterrado como indigente.
W. Navarro

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Como foram os enterros das crianças mortas na escola do Rio de Janeiro




O sepultamento das doze crianças mortas na escola Tasso da Silveira ocorreu hoje, 08 de abril de 2011, o clima de tristeza e emoção tomou conta de todos nos cemitérios Jardim da Saudade e Murundu.
A movimentação foi intensa desde a manhã, pois parte dos mortos foi enterrada pela manhã e o restante pela tarde desta sexta-feira.
No cemitério do Murundu, mais de sessenta pessoas passaram mal e tiveram que ser atendidas por profissionais da saúde, em torno de oito pessoas tiveram que ser transferidas para uma clínica. O mal estar foi causado por quedas bruscas de pressão e crises de hipertensão.
A secretaria municipal de saúde deslocou em 25 agentes de saúde para atender as pessoas que estavam no cemitério Murundu.
Já no cemitério Jardim da Saudade, a avó de Larissa dos Santos Atanásio passou mal e precisou ser socorrida.
O clima do enterro foi de muita emoção, centenas ou milhares de pessoas acompanharam os velórios e prestaram apoio às famílias das vítimas de Wellington Menezes de Oliveira. 
Compareceram aos enterros o secretário de segurança pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, este foi "dar um abraço nas famílias das vítimas e dizer "É uma tragédia que abalou toda a cidade. Está todo mundo muito consternado com o que aconteceu. O que a gente pode fazer agora é tentar dar algum carinho e um abraço, como pai e carioca. Eram crianças que buscavam seu futuro numa escola e diante de um ato brutal tiveram suas vidas tiradas. Nada vai reparar a perda que eles tiveram"
Os parentes do menino Rafael levaram duas faixas para o cemitério, e uma delas dizia: "Aí, governante: até quando vamos ficar sem segurança nas escolas e nas ruas. O Brasil vai copiar sempre as coisas ruins desse país? Hoje foi essa escola. Qual será a próxima?”
A senhora Neide Soares de 66 anos dizia: "Acabou o sonho da minha neta. Acabou" e "Por que a escola deixar entrar um homem com duas armas? Se vai fazer uma palestra, tem que conferir se é isso mesmo. Cadê a segurança"

É uma situação de muita tristeza para o país inteiro, espero muito que as autoridades tomem alguma medida para que isso não volte a acontecer.

W. Navarro

Se família não reclamar corpo, atirador da escola do Rio de Janeiro será enterrado como indigente!




Até o momento nenhum familiar compareceu ao Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro para reconhecer o corpo do assassino Wellington Menezes de Oliveira, que matou 12 crianças em escola do Rio de Janeiro em 07 de abril de 2011.
Segundo informações do Instituto Médico Legal, nenhum corpo pode ficar quinze dias sem ser sepultado, por isso, se ao completar quinze dias do óbito, nenhum parente comparecer ao Instituto Médico Legal para reconhecer o corpo de Wellington Menezes de Oliveira, o corpo será declarado como "não reclamado", e posteriormente será sepultado como indigente.
É o mínimo que merece este lixo humano que cometeu uma arbitrariedade contra 12 crianças inocentes!

W. Navarro

Enterro das crianças mortas na escola do Rio de Janeiro




Alguns enterros de crianças mortas na escola do Rio de Janeiro já estão programados para a tarde desta sexta feira, 08 de abril de 2011.

Ao todo, serão enterradas oito crianças no dia 08 de abril de 2011, são elas: Rafael Pereira da Silva, Luiza Paula da Silveira, Larissa dos Santos Atanásio, Karine Lorrayne Chagas e Igor Moraes da Silva, que serão enterrados no cemitério Jardim da Saudade em Sulacap, e Laryssa da Silva Martins, Mariana Rocha de Souza, Bianca Rocha Tavares e Milena dos Santos Nascimento que serão enterradas também hoje no cemitério Murundu no Realengo no Rio de Janeiro.

Os demais corpos de Samira Pires Ribeiro e Ana Carolina Pacheco já foram liberados pelo Instituto Médico Legal, mas ainda não há previsão de local e horário do sepultamento.

Haverá disponibilização de vários ônibus saindo da escola Tasso da Silveira, local da tragédia, para levar familiares e amigos para os cemitérios e os respectivos sepultamentos das crianças assassinadas na escola em 07 de abril de 2011.

A frente da escola Tasso da Silveira amanheceu repleta de flores, cruzes e velas em homenagem às crianças brutalmente assassinadas, além de muitos papéis com os nomes das vítimas desta tragédia.

A cidade do Rio de Janeiro colocou inúmeros assistentes sociais e psicólogos num plantão próximo à escola para prestar apoio aos parentes e amigos das vítimas.

Já com relação ao atirador, Wellington Menezes de Oliveira, até o momento nenhum parente compareceu ao Instituto Médico Legal até o momento para reclamar o corpo e preparar o sepultamento.
W. Navarro

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Divulgada lista de crianças assassinadas em escola do Rio de Janeiro




Divulgada listagem preliminar contendo o nome e idade das crianças assassinadas no Rio de Janeiro em 07 de abril de 2011:

1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio, (aguardando documento)
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos


Além da crianças morreu o atirador Wellington Menezes de Oliveira que deu um tiro na própria cabeça.

Veja aqui a listagem com o nome e as fotos das crianças mortas na escola do Rio de Janeiro.
W. Navarro

A carta deixada pelo assassino das crianças na escola do Rio de Janeiro.




Wellington Menezes de Oliveira, o assassino de 11 crianças na escola do Rio de Janeiro, deixou uma carta em que faz exigências absurdas e passa instruções de como deve ser sepultado o corpo dele.
Fala ainda em pessoas impuras que não poderão tocar o seu corpo, como se o assassino de 11 crianças a sangue frio fosse uma pessoa pura.
Wellington Menezes de Oliveira ainda demonstra traços de fanatismo religioso na carta que deixou após o assassinato das onze crianças. Confira trecho da carta a seguir:

"Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão, os que cuidarem de meu sepultamento deverão retirar toda a minha vestimenta, me banhar, me secar e me envolver totalmente despido em um lençol branco que está neste prédio, em uma bolsa que deixei na primeira sala do primeiro andar, após me envolverem neste lençol poderão me colocar em meu caixão. Se possível, quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme. Minha mãe se chama Dicéa Menezes de Oliveira e está sepultada no cemitério Murundu. Preciso de visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo o que eu fiz rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna"

Na segunda parte da carta, Wellington Menezes de Oliveira diz que deixou uma casa que deverá ser utilizada para alguma fundação que cuide de animais:

"Eu deixei uma casa em Sepetiba da qual nenhum familiar precisa, existem instituições pobres, financiadas por pessoas generosas que cuidam de animais abandonados, eu quero que esse espaço onde eu passei meus últimos meses seja doado a uma dessas instituições, pois os animais são seres muito desprezados e precisam muito mais de proteção e carinho do que os seres humanos que possuem a vantagem de poder se comunicar, trabalhar para se alimentarem, por isso, os que se apropriarem de minha casa, eu peço por favor que tenham bom senso e cumpram o meu pedido, por cumprindo o meu pedido, automaticamente estarão cumprindo a vontade dos pais que desejavam passar esse imóvel para meu nome e todos sabem disso, senão cumprirem meu pedido, automaticamente estarão desrespeitando a vontade dos pais, o que prova que vocês não tem nenhuma consideração pelos nossos pais que já dormem, eu acredito que todos vocês tenham alguma consideração pelos nossos pais, provem isso fazendo o que eu pedi"

Ou seja, com leitura atenta da carta é possível perceber que Wellington Menezes de Oliveira, quer ser tratado como um mártir depois de morto e pretendia ser lembrado como alguém que fez coisas boas, como por exemplo, pregando a palavra de Deus e deixando a casa para virar uma instituição de proteção aos animais.
Mas a sociedade não pode deixar que isso aconteça, pois um lixo humano como este assassino de onze crianças não merece nem enterro, o correto seria deixar o corpo dele apodrecer ao relento e botar fogo na casa que ele tanto pede que seja deixada para proteção dos animais.

Infelizmente, após a morte covarde de seus filhos, os pais das crianças brutalmente assassinadas no Rio de Janeiro ainda têm que ver esta carta absurda deixada por Wellington Menezes de Oliveira.


W. Navarro

Wellington Menezes de Oliveira, atirador que matou crianças no Rio de Janeiro




Wellington Menezes de Oliveira, atirador que matou  mais de 10 crianças em escola do Rio de Janeiro tinha 23 anos e era ex-estudante da escola Municipal Tasso da Silveira.
Wellington Menezes de Oliveira chegou à escola local da tragédia pouco após as 8h do dia 07 de abril de 2011. Na recepção da escola disse que pretendia dar uma palestra e se dirigiu para o 3º andar, onde começou a atirar contra alunos que estavam assistindo às aulas. 
De acordo com a polícia do Rio de Janeiro, Wellington Menezes de Oliveira pretendia se suicidar após matar o maior número possível de pessoas. O Assassino deixou um bilhete que está em posse da polícia do Rio de Janeiro.
Uma funcionária da escola afirmou ter visto as crianças feridas após o ataque de Wellington Menezes de Oliveira, a funcionária disse que as crianças foram atingidas principalmente na cabeça e no peito, o que pode fazer aumentar o número de mortos.
Ainda, segundo a Polícia do Rio de Janeiro, o atirador Wellington Menezes de Oliveira portava dois revólveres 38 e grande quantidade de munição, aproximadamente 100 balas. A polícia disse ainda que o atirador demonstrou grande destreza para recarregar os revólveres, o que mostra a premeditação do ato e o treinamento para conseguir vitimar tantas crianças.
Até as 13h do dia 07 de abril de 2011 já haviam sido confirmadas 11 mortes e 18 pessoas feridas.
A maioria das mortes foi de meninas, o que pode representar uma espécie de vingança do atirador Wellington Menezes de Oliveira, por ser portador do vírus HIV.
Em breve postarei maiores informações acerca do assassino de mais de 10 crianças na escola do Rio de Janeiro.

W. Navarro

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