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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Sedes da Copa do Mundo de 2014




A copa do Mundo de 2014 será realizada no Brasil em 12 cidades, são elas, Manaus, Cuiabá, Brasília, Fortaleza, Recife, Natal, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
Entretanto, nem em todas as cidades se justifica a construção de estádios moderníssimos para grande quantidade de pessoas, por isso, me proponho a analisar cidade a cidade a relação entre a quantidade de lugares dos estádios para a copa do Mundo de 2014 e a real necessidade de tais construções.
Sobre as cidades sedes da Copa do mundo de futebol de 2014, seguem alguns comentários:
• Manaus: O campeonato amazonense, assim como os times de futebol do Amazonas são praticamente inexistentes, e um estádio com capacidade para 10.000 pessoas seria mais que suficiente para receber uma final de campeonato daquele estado. Entretanto, serão gastos milhões de reais para a construção de um estádio belíssimo para sediar uns 03 ou 04 jogos da próxima copa do mundo.

• Cuiabá: Mais um caso praticamente idêntico ao de Manaus, pois será construído um estádio maravilhoso para um campeonato decadente e com times sem expressão. Provavelmente a fortuna que será gasta para a Copa do mundo de 2014 em Cuiabá, somente servirá para sediar uns 03 ou 04 jogos.

• Brasília: Mesmo sendo a capital do Brasil, Brasília não tem times de futebol com grande apelo popular para encher o Mané Garrincha, que será mais um estádio fantástico para a copa do Mundo, e quem sabe sedie uns 05 ou 06 jogos. Além de que o estádio de Brasília é candidato à abertura da Copa de 2014, e por isso, será maior ainda que os estádios de Cuiabá e de Manaus, mas infelizmente, depois da copa, será palco de jogos com 2.000 torcedores. Deverá fazer eco.

• Recife: Não precisaria de um novo estádio para a Copa do Mundo de 2014, pois os três times de Recife, apesar da enorme torcida que têm, já têm estádios próprios, e não trocariam os mesmos facilmente por outro estádio. Com isso, há o risco de o estádio de Recife não ser utilizado por ninguém após a Copa do Mundo de 2014, e jogar muito dinheiro público fora para sediar 03 ou 04 jogos.

• Fortaleza: O dinheiro público terá utilidade após a Copa do Mundo de 2014, pois os times de lá têm expressão e o Campeonato Cearense de Futebol leva milhares de torcedores ao estádio, o que garantirá o sustento da obra após a Copa do Mundo de 2014.

• Natal: Fica mais para uma cidade em que o dinheiro público não terá retorno, pois o futebol do Rio Grande do Norte tem pouca expressão nacional e o campeonato daquele estado é muito fraco, o que fará com que o Estádio lá construído tenha públicos médios baixos após a copa do mundo de 2014.

• Salvador: Felizmente, em alguns lugares, os estádios construídos para a Copa de 2014 será até pequenos diante da expressão do futebol e pelo prestígio que os times têm junto aos torcedores, exemplo disso é o caso de Salvador, em que o estádio certamente ficará lotado em inúmeras ocasiões após a copa do Mundo, pois os torcedores daquela cidade já lotavam a Fonte Nova que era bem maior antes da demolição para a Copa do Mundo de 2014.

• Belo Horizonte: Na Mesma linha de Salvador, Belo Horizonte está remodelando o Mineirão, e provavelmente, o espaço do estádio será muito pequeno diante da enorme tradição do futebol mineiro no cenário brasileiro, e a lotação máxima será do estádio será atingida inúmeras vezes após a Copa do Mundo de 2014.

• Rio de Janeiro: provável sede da final da Copa do Mundo de 2014 é um caso à parte, pois o Maracanã já era pequeno para toda a torcida carioca, e depois de remodelado, provavelmente terá que ter distribuição de senhas para a venda dos ingressos, pois o público carioca é muito fiel ao futebol e a expressão do futebol daquele estado é muito forte no Brasil.

• São Paulo: Também o estádio será pequeno, pois o Corinthians planeja sediar a abertura da Copa do Mundo de 2014, e como todos sabem, a torcida daquele time é fanática a ponto de lotar qualquer estádio do mundo.

• Curitiba: No Paraná, o estádio pode ficar pequeno também , porque se o Atlético Paranaense fizer boas campanhas, pois o time já tem programa de sócios em que falta espaço no estádio para todos os torcedores, e mesmo com o aumento do Estádio, esta falta de espaço deve permanecer.

• Porto Alegre: Por fim, no Rio Grande do Sul, o estádio do Internacional também terá lotação máxima em diversas oportunidades, pois o time está muito bem no cenário nacional e internacional, como o próprio nome já diz, e além disso, o Grêmio, maior rival do time está construindo um estádio novo também, o que irá acirrar ainda mais a disputa para ver quem enche mais o estádio.
Com a escolha das sedes, é possível entender que houve muito mais um jogo político do que uma análise séria sobre a existência de um estádio grande após os jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Pois se a sustentabilidade dos estádios fosse levada em conta, Goiânia ficaria com a vaga de Brasília, Belém ficaria com a vaga de Manaus e Florianópolis ficaria com a vaga de Natal.
Mas já que o jogo político prevaleceu, só resta torcer para que o futebol de algumas sedes cresça após a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e que os estádios não virem “Elefantes brancos” como o Pinheirão em Curitiba, ou como era o Vivaldão em Manaus antes da demolição.

W. Navarro

sábado, 16 de abril de 2011

O Maior ônibus do Mundo começa a rodar em Curitiba




Mais uma vez Curitiba sai na frente quando se trata de transporte coletivo, pois hoje (16 de abril de 2011), começa a rodar nas ruas da cidade o Maior ônibus do Mundo, também conhecido como o ligeirão azul.
O maior ônibus do mundo tem ao todo 28 metros de comprimento, é um bi-articulado maior que os outros que trafegam por Curitiba, pois os bi-articulados anteriores têm somente 25 metros.
Com isso, a capacidade do Ligeirão azul, ou maior ônibus do mundo é de 250 passageiros, contra 230 passageiros dos antigos bi-articulados vermelhos da cidade.

Veja comparativo a seguir do Maior ônibus do mundo, o Ligeirão azul com os demais ônibus da Cidade de Curitiiba:


Além do ganho em capacidade e tamanho do maior ônibus do mundo, o Ligeirão azul será movido exclusivamente por biocombustível, que é menos poluente.
Inicialmente, o Maior ônibus do mundo será utilizado somente para as linhas Boqueirão e Pinheirinho que são as mais sobrecarregadas de Curitiba.
O ganho do maior ônibus do mundo em relação aos modelos antigos de Bi-articulado na capital paranaense é quase exclusivamente na maior oferta de lugares, o que não representa muita coisa, mas mesmo assim, não deixa de ser positiva já que o trânsito de Curitiba continua sendo um caos.
Outra vantagem do Maior ônibus do Mundo é o fato de que ele conta com sistema para forçar a abertura dos semáforos que existem em seu caminho, isso faz com que a viagem do Ligeirão azul se torne mais breve com relação aos demais ônibus.

W. Navarro

terça-feira, 5 de abril de 2011

Trânsito e transporte coletivo nas principais capitais do Brasil



Acabar com os problemas de trânsito nas grandes cidades não é tarefa das mais fáceis, pois os congestionamentos acabam com o sossego de qualquer motorista, e as medidas paliativas das autoridades não irão resolver o problema do excesso de veículos nas vias públicas.

O problema do excesso de veículos e dos congestionamentos somente poderá ser resolvido com investimentos sérios das autoridades e com a melhora do transporte público dos grandes centros brasileiros.

Por exemplo, se existir um transporte público confortável, pontual e que não viva apresentando problemas, com toda certeza, o número de passageiros aumentará, pois, normalmente o custo do transporte público é inferior ao valor pago com combustíveis, além de que os veículos particulares requerem gastos com manutenção, impostos, estacionamentos, etc.

Agora, se o transporte público chegar sempre atrasado, for sempre superlotado, quebrar em cada esquina e não for objeto do menor planejamento, não há como convencer os motoristas a deixarem o veículo em casa e utilizarem o transporte público.

Eu mesmo, moro em Curitiba, que tem fama de ter um dos melhores transportes públicos do Brasil, e quando ouço esta afirmação fico estarrecido, pois se Curitiba tem o melhor transporte público do Brasil, eu não quero conhecer o pior transporte do Brasil.

Digo que o transporte público de Curitiba é péssimo, pois falta planejamento das linhas de e horários de ônibus, a cidade não tem metro, os ônibus vivem quebrados e se envolvendo em acidentes de trânsito, além de chegarem sempre atrasados e serem superlotados.

Agora pergunto, qual motorista em sã consciência deixará o conforto de seu automóvel para pegar um ônibus superlotado, atrasado, que quebra com muito e que se envolve em acidentes com frequência estarrecedora? Os motoristas somente utilizarão transporte público sob estas condições se forem loucos e não tiverem alternativas.

Está certo que o trânsito de Curitiba está horrível, pois a cidade tem em torno de um milhão e setecentos mil habitantes e em torno de um milhão e duzentos mil automóveis, mas é preferível ficar preso no trânsito no conforto de seu veículo do que ficar preso no trânsito num ônibus com 15 pessoas por metro quadrado e super-atrasado.

O tempo de trajetos dos ônibus de Curitiba é outro ponto que piorou muito nos últimos anos, pois fiz o teste na semana passada numa rota que levava uma hora para chegar de ônibus em 2009, e hoje levo duas horas, ou seja, o tempo dobrou em dois anos. E o pior é que esta rota não depende do trânsito, pois os ônibus circulam exclusivamente por canaletas exclusivas para ônibus.

Também tenho outros exemplos, um deles é para chegar da minha casa até a faculdade, pois levo neste trajeto de quatro quilômetros, cinco minutos de carro e quarenta minutos se optar pelo ônibus, sem falar que ainda gasto menos dinheiro com combustível que com o ônibus e a minha faculdade oferece estacionamento gratuito para os alunos. Não tenho como escolher o transporte público em detrimento do particular.

Se não bastassem todos os exemplos acima, ainda posso relacionar a minha casa novamente, pois existem cinco linhas de ônibus que passam perto de minha residência, e pasmem, pois os cinco ônibus destas linhas passam em vinte minutos e durante quarenta minutos não passa ônibus algum. Está claro que há problema de planejamento nestas linhas, o que obriga a população que tem automóvel a utilizá-lo no lugar do transporte público.

Não posso esquecer que a prefeitura acabou de lançar o maior ônibus do mundo em Curitiba e que o ganho de tempo com ele será fantástico, pois eles atenderão dois dos cinquenta bairros de Curitiba!

E os outros quarenta e oito bairros, como ficam? Isso a prefeitura não mostra, não mostra também que os “maiores ônibus do mundo com 28 metros de comprimento” são os únicos em bom estado, pois são zero quilômetros, e os demais ônibus sucateados que quebram a todo momento, como ficam? Por que a prefeitura de Curitiba não mostra que eles quebram em cada esquina todos os dias, e o trabalhador que depende deles nunca sabe se chegará a lugar algum a tempo?

É complicado viver numa cidade que tem o “maior ônibus do mundo” e um número infinitamente maior de ônibus que não funcionam por falta de manutenção, e o pior é que os ônibus que quebram o tempo todo são novos, a maioria não tem cinco anos de uso, não são ônibus velhos a ponto de justificar tamanho sucateamento.

E se não bastasse o lançamento dos maiores ônibus do mundo como medida paliativa para um transporte péssimo que beira o colapso completo, Curitiba sediará a Copa do Mundo de 2014. Sediará partidas da Copa do Mundo de 2014 com um trânsito sem a menor estrutura e com um transporte coletivo que beira o colapso por falta de vontade das autoridades administrativas de Curitiba.

Temo muito que após a Copa do Mundo de Futebol de 2014, Curitiba fique conhecida como a cidade do pior transporte coletivo do Brasil e supere rapidamente São Paulo como sendo a Capital brasileira com a maior quantidade de congestionamento.

A maior média de carro por habitante entre as capitais Curitiba já tem, e até congestionamentos fora dos horários de pico já são comuns nas principais vias da cidade.

A prefeitura de Curitiba vem investindo em novas vias para fazer o trânsito fluir com maior facilidade, mas esta medida e outras, como pedágio urbano, rodízio e redução do número de estacionamentos não irão reduzir o congestionamento da cidade.

O investimento em novas vias e redução do número de estacionamentos visam criar maior facilidade para os motoristas, o que, diante do péssimo sistema de transporte da cidade, vai contribuir para que os motoristas utilizem ainda mais o transporte particular em vez do transporte público, e a longo prazo, estas medidas farão o trânsito da cidade piorar ainda mais.

O pedágio urbano e o rodízio de veículos também não conseguirão resolver o problema, pois não apresentam alternativas para os motoristas que precisam se deslocar dentro da cidade, e diante da falta de alternativas, os motoristas serão obrigados a pagar os pedágios e a adquirirem outros veículos caso seja instalado rodízio em Curitiba, estas medidas servem somente para aumentar a arrecadação de impostos e não contribuem para que o trânsito da cidade melhore.

O que realmente pode resolver o problema do trânsito de Curitiba é um investimento maior e organização do transporte coletivo criando horários rígidos e melhores distribuídos, eliminando os atrasos, ampliando e redistribuindo o número de veículos e reduzindo o número de acidentes.

Isso sim faria com que diversos motoristas deixassem os veículos em casa e optassem pelo transporte público, porque não adianta continuar com as medidas paliativas que servem somente para dizer que algo está sendo feito, sem contudo, resolver o problema do trânsito em Curitiba que tende a crescer cada vez mais.

Isto também vale para as outras cidades do Brasil que sofrem com os problemas de trânsito e de transporte coletivo.

É necessário que a prefeitura escolha uma pessoa que realmente tenha vontade de resolver o problema para que algo de bom possa ser feito para o cidadão curitibano e o problema do trânsito seja resolvido, mas não acredito que isto aconteça, pois os cargos de confiança da prefeitura são escolhidos por interesses eleitoreiros e não pelo mérito da pessoa.

Eu mesmo me colocaria a disposição para resolver o problema do trânsito, mas tenho certeza que não tenho apelo eleitoral e, por conseguinte, não sou qualificado para resolver este problema crônico de Curitiba que será uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, infelizmente.
W. Navarro

terça-feira, 29 de março de 2011

Copa do Mundo de Futebol de 2014




A copa do Mundo de 2014 será realizada no Brasil em 12 cidades, são elas, Manaus, Cuiabá, Brasília, Fortaleza, Recife, Natal, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.
Entretanto, nem em todas as cidades se justifica a construção de estádios moderníssimos para grande quantidade de pessoas, por isso, me proponho a analisar cidade a cidade a relação entre a quantidade de lugares dos estádios para a copa do Mundo de 2014 e a real necessidade de tais construções.
Sobre as cidades sedes da Copa do mundo de futebol de 2014, seguem alguns comentários:
• Manaus: O campeonato amazonense, assim como os times de futebol do Amazonas são praticamente inexistentes, e um estádio com capacidade para 10.000 pessoas seria mais que suficiente para receber uma final de campeonato daquele estado. Entretanto, serão gastos milhões de reais para a construção de um estádio belíssimo para sediar uns 03 ou 04 jogos da próxima copa do mundo.

• Cuiabá: Mais um caso praticamente idêntico ao de Manaus, pois será construído um estádio maravilhoso para um campeonato decadente e com times sem expressão. Provavelmente a fortuna que será gasta para a Copa do mundo de 2014 em Cuiabá, somente servirá para sediar uns 03 ou 04 jogos.

• Brasília: Mesmo sendo a capital do Brasil, Brasília não tem times de futebol com grande apelo popular para encher o Mané Garrincha, que será mais um estádio fantástico para a copa do Mundo, e quem sabe sedie uns 05 ou 06 jogos. Além de que o estádio de Brasília é candidato à abertura da Copa de 2014, e por isso, será maior ainda que os estádios de Cuiabá e de Manaus, mas infelizmente, depois da copa, será palco de jogos com 2.000 torcedores. Deverá fazer eco.

• Recife: Não precisaria de um novo estádio para a Copa do Mundo de 2014, pois os três times de Recife, apesar da enorme torcida que têm, já têm estádios próprios, e não trocariam os mesmos facilmente por outro estádio. Com isso, há o risco de o estádio de Recife não ser utilizado por ninguém após a Copa do Mundo de 2014, e jogar muito dinheiro público fora para sediar 03 ou 04 jogos.

• Fortaleza: O dinheiro público terá utilidade após a Copa do Mundo de 2014, pois os times de lá têm expressão e o Campeonato Cearense de Futebol leva milhares de torcedores ao estádio, o que garantirá o sustento da obra após a Copa do Mundo de 2014.

• Natal: Fica mais para uma cidade em que o dinheiro público não terá retorno, pois o futebol do Rio Grande do Norte tem pouca expressão nacional e o campeonato daquele estado é muito fraco, o que fará com que o Estádio lá construído tenha públicos médios baixos após a copa do mundo de 2014.

• Salvador: Felizmente, em alguns lugares, os estádios construídos para a Copa de 2014 serão até pequenos diante da expressão do futebol e pelo prestígio que os times têm junto aos torcedores, exemplo disso é o caso de Salvador, em que o estádio certamente ficará lotado em inúmeras ocasiões após a copa do Mundo, pois os torcedores daquela cidade já lotavam a Fonte Nova que era bem maior antes da demolição para a Copa do Mundo de 2014.

• Belo Horizonte: Na Mesma linha de Salvador, Belo Horizonte está remodelando o Mineirão, e provavelmente, o espaço do estádio será muito pequeno diante da enorme tradição do futebol mineiro no cenário brasileiro, e a lotação máxima será do estádio será atingida inúmeras vezes após a Copa do Mundo de 2014.

• Rio de Janeiro: provável sede da final da Copa do Mundo de 2014 é um caso à parte, pois o Maracanã já era pequeno para toda a torcida carioca, e depois de remodelado, provavelmente terá que ter distribuição de senhas para a venda dos ingressos, pois o público carioca é muito fiel ao futebol e a expressão do futebol daquele estado é muito forte no Brasil.

• São Paulo: Também o estádio será pequeno, pois o Corinthians planeja sediar a abertura da Copa do Mundo de 2014, e como todos sabem, a torcida daquele time é fanática a ponto de lotar qualquer estádio do mundo.

• Curitiba: No Paraná, o estádio pode ficar pequeno também , porque se o Atlético Paranaense fizer boas campanhas, pois o time já tem programa de sócios em que falta espaço no estádio para todos os torcedores, e mesmo com o aumento do Estádio, esta falta de espaço deve permanecer.

• Porto Alegre: Por fim, no Rio Grande do Sul, o estádio do Internacional também terá lotação máxima em diversas oportunidades, pois o time está muito bem no cenário nacional e internacional, como o próprio nome já diz, e além disso, o Grêmio, maior rival do time está construindo um estádio novo também, o que irá acirrar ainda mais a disputa para ver quem enche mais o estádio.
Com a escolha das sedes, é possível entender que houve muito mais um jogo político do que uma análise séria sobre a existência de um estádio grande após os jogos da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Pois se a sustentabilidade dos estádios fosse levada em conta, Goiânia ficaria com a vaga de Brasília, Belém ficaria com a vaga de Manaus e Florianópolis ficaria com a vaga de Natal.
Mas já que o jogo político prevaleceu, só resta torcer para que o futebol de algumas sedes cresça após a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e que os estádios não virem “Elefantes brancos” como o Pinheirão em Curitiba, ou como era o Vivaldão em Manaus antes da demolição.
W. Navarro

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